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Desfrute das maravilhas da gastronomia goiana.


Seja bem vindo ao site Delicias de Goiás

Goiás é um estado rico em diversos aspectos e um deles é a gastronomia. A culinária goiana é de origem indígena, mas possui forte influência da culinária mineira, paulista e baiana. Devido a escassez de alimentos no século XVIII, os moradores locais tiveram que substituir alguns alimentos, como por exemplo a batata pela mandioca, a couve pela taioba, entre outros. E foi assim que a culinária goiana ficou diferenciada e cheia de sabores, pois muitos de seus temperos são do seu bioma Cerrado.


Confira aqui algumas notícias do mundo gastronômico goiano.


A utilização do pequi na produção de biocombustíveis

A Agência Embrapa de Informação Tecnológica localizada em Brasília – DF, realizou uma Pesquisa da Embrapa , onde mostra que a composição química do pequi é adequada para a produção de biocombustível.

Segundo a pesquisa, com base nas características químicas do pequi, há aproximadamente 50% de óleo em seu caroço. Assim, o caroço do pequi pode ser utilizado para a produção de novas mudas ou para a extração do óleo e uso na produção do biodiesel, por apresentar ácidos graxos saturados (42%), derivados pela presença dos ácidos midiáticos (0,4%), palmítico (37,5%), dentre outros.

Segundo um artigo publicado pelo Instituto de Química da Universidade de Brasília Artigo da UNB , diz que:

”A principal tecnologia para obtenção de biodiesel no Brasil e no mundo é a transesterificação (ou alcoólise) alcalina homogênea de óleos e gorduras. Nessa reação, o óleo ou gordura, que são compostos basicamente de tri-ésteres da glicerina com ácidos graxos, é misturado a metanol ou etanol e, na presença de um catalisador, dá origem a uma mistura de ésteres metílicos ou etílicos de ácidos graxos e glicerina. Essa mistura de ésteres metílicos ou etílicos é o que hoje se conhece como biodiesel.”

Os óleos vegetais são alguns dos ingredientes utilizados na produção do biodiesel. A produção desse componente ainda é pequena, atualmente seu custo é alto. Para ter o mesmo preço do óleo diesel e se tornar mais acessível para o consumidor, precisará de incentivos do governo em escala de produção e aperfeiçoamento do processo.

Imagem do fruto pequi. Retirada do site Cerratinga
Imagem do óleo do pequi para a produção do biodiesel. Retirada do site Energia que Fala com Você

Outros usos

O pequi, fruto do pequizeiro é uma árvore nativa do Cerrado brasileiro. O fruto é muito conhecido e querido pelos goianos. È muito utilizado na culinária das regiões Nordeste , Centro-Oeste, no norte de Minas Gerais e também na Bahia. Com um sabor marcante e peculiar, o pequi é consumido cozido, puro ou utilizado em algumas receitas, como o famoso arroz com frango.

Do pequi, pode-se aproveitar muito. Da sua polpa pode-se extrair também o azeite do pequi, um óleo usado para cozimento e na fabricação de licores.

A mandioca pode ser utilizada na fabricação de cerveja

Foi aprovada recentemente na Assembleia Legislativa, com 20 votos a favor e nenhum contra, a utilização da fécula da mandioca para fins cervejeiros.

Um artigo feito por Waldemar G. Venturini Filho e Marney P. Cereda, publicado no SciElo, conclui que a fécula da mandioca apresenta potencial para a produção de cervejas.

A produção de cervejas através dessa matéria- prima aqui em Goiás, se deu por meio de uma parceria entre a empresa Ambev e o Governo do Estado. Segundo o site oficial da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – (Seapa) , diz que:

O projeto da cerveja regional atenderá pelo menos 73 pequenos produtores rurais, de acordo com o relatório mais recente, produzido em setembro. A previsão atual é de que a Ambev compre 340 toneladas do produto na primeira fase, em Cavalcante, Posse, Flores de Goiás e Buritinópolis. A empresa pretende adquirir cerca de 750 toneladas de insumo até o final de 2020.”

Outros municípios como Alto Paraíso, Terezina de Goiás e Simolândia também estão inseridos no projeto.

O projeto da cerveja de mandioca é realizado através da união com a (Seapa), Emater, Secretaria de Indústria , Comércio e Serviços (SIC), Gabinete de Politicas Sociais (GPS) e o Programa Goiás de Resultados. A Ambev já produz três cervejas nesse modelo nos estados do Ceará, Maranhão e Pernambuco.

A mandioca é conhecida por diferentes nomes por todo o país, como macaxeira ou aipim. Nativa da América do Sul, a mandioca foi levada para outros países por colonizadores europeus. Segundo o site Itabapoana News, o Brasil ocupa o 4° lugar na produção mundial, ficando atrás apenas da Nigéria, Tailândia e Indonésia.

Imagem retirada do Itabapoana News
Foto por Engin Akyurt em Pexels.com

A saca de milho sofre aumento de preço em Goiás por conta de baixa oferta

Produtos derivados, como pamonha e panificados, já estão mais caros.

O IFAG ( Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás) divulgou seu Boletim Semanal de Mercado do Milho apontando que os preços do produto no estado se valorizaram mais uma vez nesta semana.

A agropecuária vem vivendo momentos diferenciados em relação aos preços da cotação de produtos. É o caso do milho, que segundo o site Notícias Agrícolas

” O preço médio do milho em Goiás subiu 0,47% na última semana, e fechou na última sexta-feira com valor de R$ 69.79. Nas principais regiões produtoras, as cotações também subiram, aumentando de R$ 71,00 e 0,50% em Cristalina com preço de R$ 71,00.”

Com a baixa oferta do produto, alguns alimentos derivados do milho também sofreram aumento de preço, como por exemplo a famosa pamonha goiana que sofreu incrementos de R$ 1,00 em seu preço de venda.

Em meio á alta do valor da saca, pode haver a possibilidade de redução na área da plantio na safra de verão. Em uma entrevista feita pelo Jornal do Campo GO , Leonardo Machado, coordenador institucional do IFAG ressaltou que:

” A questão da liquidez e do financiamento, fazem com que o produtor tenha optado cada vez mais pela soja ao invés do milho nessa primeira safra que é chamada de safra verão.”

O site Notícias Agrícolas também publicou uma tabela onde mostra o mercado físico do milho. O preço da saca do milho em algumas cidades como Jataí e Rio Verde estão em torno de R$ 70,00.

Milho – Mercado Físico

Fonte: Notícias Agrícolas

PraçaPreço (R$/sc 60kg)Variação (%)
Não-Me-Toque/RS (Cotrijal)80,00+1,27
Panambi/RS (Cotripal)81,00+1,20
Ponta Grossa/PR (Coopagricola)76,000,00
Ubiratã/PR (Cooagru)68,50+1,48
Londrina/PR (Integrada)68,50+1,48
Cascavel/PR (Coopavel)69,000,00
Cafelândia/PR (Copacol)68,00+0,74
Castro/PR (Castrolanda)77,000,00
Marechal Cândido Rondon/PR (Copagril)68,50+1,48
Pato Branco/PR (Coopertradição)69,70+1,46
Palma Sola/SC (Coopertradição)74,000,00
Rio do Sul/SC (Cravil)78,00+6,85
Rondonópolis/MT (Samir Rosa Assessoria Comercial)70,000,00
Primavera do Leste/MT (Samir Rosa Assessoria Comercial)s/cotação
Alto Garças/MT (Samir Rosa Assessoria Comercial)67,300,00
Itiquira/MT (Samir Rosa Assessoria Comercial)67,300,00
Tangará da Serra/MT (Ceres)69,000,00
Campo Novo do Parecis/MT (Ceres)68,000,00
Sorriso/MT (Sindicato) (Disponível)68,000,00
Sorriso/MT (Sindicato) (Balcão)66,000,00
Jataí/GO (Sindicato)70,00+1,45
Rio Verde/GO (Comigo)70,00+1,45
Brasília/DF (Coopa-DF)63,000,00
Dourados/MS (BCSP)74,000,00
São Gabriel do Oeste/MS (Cooperoeste)72,000,00
Maracaju/MS (VA Corretora de Cereais)74,000,00
Campo Grande/MS (VA Corretora de Cereais)72,00-2,70
Eldorado/MS (Copagril)66,30+1,53
Amambai/MS (Coopersa)74,00-1,33
Oeste da Bahia (AIBA)65,00-1,52
Luís Eduardo Magalhães/BA (Cooproeste)65,000,00
Cândido Mota/SP (Coopermota)70,50+1,44
Itapetininga/SP80,000,00
Campinas/SP83,00+1,22
Porto Paranaguá (Disponível) (Insoy Commodities)74,000,00
Porto Paranaguá (Insoy Commodities)s/ cotação
Porto Santos/SP (Dez/2020)85,000,00
Porto Rio Grande (Insoy Commodities)s/ cotação
VER HISTÓRICOAtualizado em: 11/11/2020
Fonte: site Notícias Agrícolas

Em Goiás, a demanda interna continua forte e a oferta com baixa liquidez, com produtores focados no plantio da safra de soja. Em Goiás espera-se uma forte redução na área plantada da primeira safra de milho, assim, pode-se esperar um alívio da oferta somente em julho/21” aponta o IFAG.

O alto preço da carne bovina muda hábitos alimentares dos consumidores

Devido o preço elevado do corte bovino, os consumidores estão buscando alternativas mais baratas, como o consumo de carne de frango e ovos

O aumento do preço da carne bovina tem impacto no bolso dos consumidores, onde até quem está em casa por conta da pandemia do Covid-19 teve de deixar o famoso churrasco no final de semana.

Até os cortes de segunda, como o patinho e a paleta, passam de R$ 20,00, o quilo. Já a carne de primeira, como o filé, chega á casa dos R$ 50,00 o quilo. O valor pode variar de acordo com a cidade, bairro e até mesmo o estado, mas desde abril, o produto subiu em média R$ 5,00 o quilo. O contra-filé não sai por menos de R$ 27,00 o quilo. Desse modo, resta para o consumidor optar em consumir outros tipos de carnes, ou até mesmo outros tipos de alimentos como ovos.

Segundo informações do G1, a carne bovina deve continuar com um preço elevado até o final de 2020. Com a valorização do dólar em relação ao real, os produtores estão preferindo vender o produto para outros países, especialmente para a China, a principal compradora do país.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) , traz dados sobre o aumento do corte bovino, onde ressalta que o preço da carne já subiu 4,83%. O economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), também pontua que:

”A China vem comprando muita carne do Brasil desde o final do ano passado. Isso diminui a oferta da carne no mercado brasileiro.”

Segundo o site AviNews Brasil, um relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) , aponta que:

”A expectativa é de que a produção global de carnes de frango seja 4% maior em 2020, atingindo um recorde de 103,5 milhões de toneladas e superando a produção de carne suína, a proteína mais consumida no mundo até então.”

Já em relação aos ovos, o site O Presente Rural apontou a fala do presidente do Instituto Ovos Brasil, Ricardo Santin, onde este ressaltou que:

”Além das informações sobre as qualidades nutricionais existentes no ovo, o preço mais elevado das carnes no final de 2019 e em 2020 também contribuíram para esse consumo maior.”

O boletim informativo Agro em Dados de novembro, traz em seus destaques uma análise da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), também aponta outras explicações para o aumento do preço da carne bovina. Segundo a pesquisa:

”O Estado de Goiás possui o 2° maior plantel de bovinos do País, com 22,8 milhões de cabeças, valor que representa uma alta de 0,6%. Segundo esse informativo, esse crescimento foi impulsionado, sobretudo, pela retenção de fêmeas para reprodução, no qual verificou-se uma retração na participação de fêmeas no abate em Goiás de 5,8% na comparação entre 2018 e 2019 conforme o IBGE, apontando uma transição do ciclo de baixa para o de alta da pecuária, quando o produtor passa a reter fêmeas devido aos bons preços do mercado.”

Gastronomia: as mudanças que a pandemia da Covid-19 trouxe para o setor

Não é novidade que a quarentena vêm impactando a vida de todos os brasileiros e trazendo mudanças significativas em todos os aspectos

O setor gastronômico foi um dos setores que mais sofreram mudanças devido ao novo coronavirus. Restaurantes e lanchonetes fecharam as portas para o consumo local, festas e eventos foram sujeitos ao adiamento por conta da pandemia, prejudicando diversas empresas da área.

O Sindicato dos Restaurantes, Bares e Similares do Estado do Espirito Santo (Sindbares) e a Empresa Brasileira de Locação de Serviços Ltda. (Embrasel) , apontam que:

”O setor de casas de festas, eventos, bares e restaurantes deixaram de arrecadar R$ 15 bilhões em 2020 por conta das restrições do decreto municipal devido a pandemia.”

O setor gastronômico traz um tipo de serviço que possui algumas características que o tornam bastante sensível á redução substancial da demanda dos seus produtos. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Goiás (Embrasel-GO), destacou que:

”Desde o início da pandemia, cerca de 30% de bares e restaurantes em Goiânia fecharam as portas em definitivo, por conta de dificuldades financeiras.”

Com a impossibilidade de comer fora, as mudanças de hábitos de consumo dos clientes são inevitáveis. Com isso, as pessoas voltaram a cozinhar e comer em casa, e muitos começaram a comprar refeições de negócios informais, como sobremesas, salgados e todo tipo de comida vinda de vizinhos e amigos; estando sujeita a uma maior valorização dos produtos locais. Mateus Suassuna, dono do restaurante República da Saúde em Goiânia ressaltou que uma das mudanças mais bruscas que ele observou em seu estabelecimento, foram as mudanças de comportamento dos seus clientes, onde apontou que o número de famílias diminuiu bastante.

Portanto, para passar por essa crise epidemiológica, o setor gastronômico teve que se reinventar. Os restaurantes que trabalhavam com a parte de salão precisaram se adaptar, assim como os estabelecimentos que atuavam com serviços de buffet tiveram que passar por transformações.

Delivery e Take-away

Devido a pandemia, o serviço de delivery aumentou consideravelmente. Segundo o site Novarejo, os gastos com os principais aplicativos de entrega de comida (Rappi, Ifood e Uber Eats) cresceram cerca de 94,67%. Em uma das matérias do site Edição Brasil, o CEO do Aplicativo de Controle Financeiro (Mobills) Carlos Terceiro apontou que:

”Com o período de quarentena, tornou-se quase uma necessidade de optar pelo delivery. Aos poucos e com segurança, as pessoas começaram a solicitar o serviço. Assim, o aumento da demanda ocorreu de forma balanceada e gradual à medida em que as outras despesas foram ficando menores, como o transporte e lazer.”

Carlos Terceiro acrescenta ainda que:

”Nesse sentido, a quarentena está tendo impacto direto no comportamento de compra, sobretudo na categoria de delivery. A Covid-19 acentuou a procura tanto para a alimentação como para a farmácia e supermercado.”

Já o Take-away, é uma alternativa que pode ser utilizada pelos estabelecimentos como bares, restaurantes e lanchonetes, onde, os clientes compram o produto e o levam embora. Essa opção ganhou bastante força por conta da pandemia, por evitar aglomerações nos estabelecimentos e preservar a organização.



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